quarta-feira, 20 de julho de 2011

home

Sinto falta do balançar das árvores e do cheiro de orvalho de todas as manhãs. Sinto falta do café, e da cachorra. Mas não penso em voltar. Lembro da casa como memória de infância, talvez falte o balanço ou a rede. Percebo hoje, que minha única casa é lá. Mesmo que a grama não esteja cortada, ou tenha louça na pia. É lá que ficam minhas bonecas e meus livros.

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