quarta-feira, 30 de março de 2011

Chora chuva

E o céu, cinza e escuro
Tons neutros, será tristeza?
E as nuvens que eram de algodão doce
Parecem reais, sinceras
Quanta violência! Disseram elas.
E a chuva, quanta chuva!
Acompanha minha essência.
A chuva chove, e não para
Já que melhor que chorar é chover.

O meu mundo pode ser o seu

Você gosta de amarelo e não de azul. Prefere doce ao salgado. Gosta de filmes românticos e se sente bem com chuva. Tem um sorriso fácil e coração gigante. É do tipo de pessoa que faz amizades facilmente. Não escolhe amizades, dá chance pra qualquer um te conquistar. Gosta das pessoas rapidamente, se apaixona por um sorriso ou uma boa ação. Admira sinceridade, e compreensão. Não julga ninguém, todos tem seus problemas, todos. Experimenta coisas novas, e vê o melhor em cada pessoa. O melhor que às vezes só você enxerga. Ele prefere azul, usa mais azul do que o próprio céu. Você não gosta de azul, mas como aquele azul lhe cai bem. Ele é metido e esnobe, prefere salgado, ou talvez azedo. Odeia filmes românticos, seus favoritos são os de ação, a típica história épica, filmes inacreditáveis, ficção. Não suporta chuva, e quem veria sua camiseta azul preferida com capa de chuva? E seu tênis branco e impecável, todo molhado pela chuva. E o futebol no campo na esquina que foi cancelado por causa da chuva. Ficar em casa fazendo o que, num dia de chuva? Você responderia facilmente, lendo, assistindo um filme de amor, comendo um bolo com cobertura de chocolate e tomando café quente, pra esquentar a mão. Ele fica entediado, joga um pouco de video - game, mas pra que bater o próprio recorde se seus amigos não estão perto? Come um pouco pra passar o tempo, olha a janela. Não para de chover nunca. Mas ele tem um sorriso fácil e um coração gigante. Ele te irrita, te deixa confusa, mas tem um sorriso lindo. É teimoso e nunca te escuta, mas faz você sorrir. Ele é contra suas idéias, e suas músicas preferidas, te faz roer as unhas, mas te abraça apertado. Ele usa azul, mas azul foi feito pra ele. Ele não corta o cabelo, mas isso é um charme. Ele finge que não se importa, mas sempre pergunta:" - Cadê o sorriso?" Poderia ter sido uma guerra, das feias! Mas acabou em calmaria, serenidade. Talvez amor. O amor, é tão ilógico e involuntário. Seria mais coerente se fosse seu melhor amigo, que combina exatamente com você. Que gosta das mesmas coisas que você, que ama aquela música que você escuta todo dia, mas não é. É aquele outro garoto, de azul, metido e esnobe. Mas quando vocês estão juntos, ele é gentil, ele te dá o casaco, ele leva sua mochila e espera você; enquanto enxerga aquela saia linda na vitrine. Longe dos amigos e longe de tudo ele parece ser quem quer ser. Deixa o cabelo mais confortável e segura sua mão. Você é tão compreensível e ele é tão lindo. E mesmo que não fosse, seria ele. É claro!

terça-feira, 29 de março de 2011

Não me diga não

Sempre tive dificuldade em dizer não. Mas comecei a perceber isso, logo agora; tarde de mais. Quando nem pensava no meu querer, abria mão de minha necessidade pra não dizer não. Mas pensando bem, quantas pessoas me disseram não. E quantas delas nem se abalaram com isso. Um, não, pode destruir sonhos, acabar com vontades, tirar o gostinho bom de algo, que mais não seja, é maravilhoso. Um não é tão forte quanto um sim. E percebendo isso agora, não consigo dizer não. É algo difícil, é covardia. Já disse não querendo dizer sim, confesso. Mas disse muitos sim devendo dizer não. Já dei não na cara de muita gente, não, que me fez chorar depois, que me deixou culpada e arrependida. Não se pode dizer um, não, assim; de uma hora pra outra, sem dar explicações, um não pode marcar alguém pra sempre. E só quem leva, não, o suficiente, sabe e sente como é difícil dizer um não. Não é palavra boba, aparece quando um namorado tenta abaixar a mão e você diz: "- Não!" Não, pode destruir vidas como um: "- Eu não amo mais você!". Pode vim, vez por outra, feito birra: "- Não vou fazer isso!" Às vezes vem disfarçado, feito camaleão que muda com o ambiente. Vem de forma gostosa, como cócegas: "- Não, pára! Cócegas não!". Não de mãe é tão ruim, não é?! Quando você não arruma o quarto e:" -Não, você não vai sair final de semana!". Não de amigo, que pode até doer, mas é sincero, é necessário: "- Ficou legal essa saia? - Não, tá muito curta, parece uma..." É tanto não que ninguém quer dar, que ninguém deveria dar. Mas, não, é preciso, quem não leva não, não sabe esperar, não sabe amar, não sabe escolher, não sabe dividir uma pizza, não sabe abraçar. Quem não ouve não, não sabe que um não dói e como dói. Não, serve pra ensinar e pra aprender. Algumas vezes um, não, é inesperado, é dolorido, dói até aonde pensa - se que não existe dor, dói de forma intensa, não tem meio termo, dói muito, dói bastante. Mas devolver um não, desses carregados que destroem corações dói mais, dói tanto. Dizer, não, é dizer não a si mesmo, é descumprir promessas, você prometeu que não faria ninguém sofrer da forma que sofreu. E o que fez? Disse não. Não, dói porque machuca quem diz e quem ouve, machuca por fora e por dentro. Por fora porque as expressões são visíveis: cabisbaixo, olhar alagadiço e tristonho, sobrancelha torta pra baixo. Dói por dentro porque dá aperto no peito, porque machuca tudo que encontra, porque corrói, porque não tem piedade. E essa piedade, compaixão. Desde quando abrimos mão do que nos faz bem, pra fazer bem a outro? Desde quando perdemos sorriso pra fazer alguém sorrir? Não me responda, só não me diga não!

Cadê Platão? Cadê justiça?

É hipocrisia dizer que dinheiro não faz falta, faz falta sim. Dinheiro não é futilidade é necessidade. Sem dinheiro não se come, não se veste, não se vive. O capitalismo criou nas pessoas a ganância, onde muitas vezes o dinheiro vale mais que o caráter. As pessoas têm essência, mas sem dinheiro não tem comida. É incrível o que as pessoas conseguem com dinheiro, desde sorrisos até lágrimas; o dinheiro compra mortes e até drogas. Traz desgraça e sofrimento, mas há sofrimento sem dinheiro também. Tem aquele ditado ruim com ele, pior sem ele. Dinheiro é um papelzinho que inventaram pra fingir que existe controle, quanta ilusão! E o que é controle? Uma quantidade enorme de dinheiro na mão de poucos e quase nada na mão de muitos! Como pode num mundo onde inventam máquinas todos os dias, e novas tecnologias, pessoas morrerem de fome? Como é possível sentir tristeza por futilidades enquanto alguns sentem fome? Que controle é esse que beneficia a minoria? Platão na República tentou criar a cidade mais justa onde a Democracia era o governo mais improvável. Irônico. Para Platão o governo mais justo seria aquele governado por nobres virtuosos, corajosos e filósofos. Já a Utopia de Thomas More não passa de uma utopia. O mundo não é justo, e ainda temos que engolir uma justiça que é cega, que tem uma espada comprada na 25 de março. E uma balança que não deveria pender a nenhum lado. Uma justiça que de justa não tem nada, que favorece a minoria, aquela minoria que detêm o poder. É justo alguém ser preso por roubar comida, pra matar a fome, enquanto uns matam pessoas pra passar o tempo, ou roubam dinheiro público que deveria estar indo às escolas? Não sei os outros, mas não quero Copa Do Mundo, ou Olimpíadas, nem mesmo Carnaval, quero justiça se é que ela existe!


Brasil, pra mim? Pra mim, Brasil!

segunda-feira, 28 de março de 2011

Como dar uma estrela

Você deve achar que sou louca, e que minha sanidade é duvidosa. Eu até compreendo mas não sou maluca, acredite. Você também deve pensar que é impossível dar uma estrela à alguém, são tantas limitações não é verdade? Mas estou aqui para ajudá - lo e verá que é bem simples. Pegar a estrela é a parte mais fácil. Primeiro e antes de tudo você deve decidir à quem dará a estrela. Escolha alguém especial, que te faz sorrir, que está com você todas as horas de todos os dias em seu pensamento. Alguém que é tão rico em bondade que merece ganhar uma estrela. Alguém cujo nome não é importante, mas sim o coração. Que seja doce em alma e traga paz para você e para tantos outros. Alguém com um sorriso sincero e olhos alagadiços, aquela pessoa, bem aquela que é digna de uma estrela. Depois espere escurecer, e talvez tenha a sorte de pegar uma noite estrelada. Se for o caso - e torço de todo coração pra você encontrar a noite mais estrelada de todas - ache, ao acaso, uma estrela, a maior ou a mais brilhante, você que escolhe; confesso que quando presenteei alguém com uma estrela, me interessei pelo brilho, a mais brilhosa chamou minha atenção e não pude ignorá - la. Há de quem vai pelo tamanho, e por que não? As grandes são maravilhosas também. Tem gente que leva mais sorte, encontra uma estrela cadente flutuando num céu escuro e infinito. Difícil pegá - la, mas existem os que conseguem. Logo que você encontrar a estrela a ser capturada pegue um papel, pode ser grande ou um pequeno. E encontre um lápis. E comece a puxá - la lá do céu. Ela desce, juro. Ela sempre desce. Uma descrição perfeita é uma estrela perfeita. Conte que ela brilhava mais que todas as outras, ou que ela era a maior e mais vistosa, escreva se ela ficava perto da lua, ou se chamava mais atenção que a lua. Conte que cor tinha, cada uma tem uma tonalidade. Vamos, eu disse que era fácil! Escreva e descreva exatamente a estrela como ela deve ser. Depois doe com carinho a pessoa especial. Ela vai gostar, garanto. As estrelas são ótimos presentes, insisto. Brilham até morrerem. E quem não quer brilhar?

• OUTROS POSSÍVEIS PRESENTES •

Lua . Nuvem . Raio de sol . Beija - Flor . Pingo de chuva

sexta-feira, 25 de março de 2011

Se não fosse, seria amor.

Olhou para aquele cabelo, que ele insistia em dizer que eram fios grossos. Ela os via finos, bem finos pra falar a verdade. Cabelo farfalhado, teimoso, rebelde. E que vez por outra fazia - se um topete, metido e involuntário; assim como o de Elvis. Aquele cabelo que o vento gostava de brincar, balançando de um lado para outro, numa dança gostosa. Olhou sem querer para as olheiras, enormes, lembrou das próprias, lembrou das noites mal dormidas, dos pensamentos perdidos de todas as noites. Sentiu saudade do primeiro beijo, no carro. Meio tímido, cheio de vontade. Percebeu o quanto as coisas mudaram, e como mudam. Olhou no calendário, quatro meses? Só. Parecia mais, quatro anos quem sabe?! Tantas memórias compartilhadas, tantos sorrisos ganhos, tanta história pra se lembrar. Recordou do medo infantil no começo. Medo de rejeição. Medo de intimidade. Ser intimo de alguém, como muitos pensam, não é ir pra cama. É compartilhar segredos, fazer confissões duvidosas. Andar descalço, ficar de pijama, comer com a mão. Chegaram na fase da rotina, jogar baralho e uno. Se encontrar às noites, todas as noites depois do trabalho. Precisavam um do outro. E nem que fosse um abraço, ou um 'eu te amo', já mudava tudo. A frase que dá tanto medo, era comum e sincera; acredite. E para ela o que importava era o sorriso, que mais não fosse, era o mais bonito. Para ele não era diferente, era exatamente igual.

Se é pra sorrir

E se a gente pudesse levar na bolsa um sorriso pronto? No bolso, ou até embaixo da manga? Desses que causam rugas e deformam o rosto. Não precisava, talvez, disfarçar um sorriso. Sorriso é coisa tão linda que devia ser proibido de ser falso. Andando na rua depois de pagar uma conta que arrancou trinta por cento do seu salário, você se depara com um vizinho. Você não gosta muito dele. Mas ele te viu há uns cem metros antes - não tem como fugir - estampando aquele sorriso cada vez maior, feito idiota. Você tenta olhar pra vitrine, enxerga uma sujeira na calça que nunca existiu. Implorando pra chegar logo, a hora do sorriso fake. Vizinho: - Oi. Você: (Oi). E bota aquele sorriso amarelo na cara, sorriso automático: vizinho perto, LIGA. Vizinho longe, DESLIGA. Quando se está triste, a alegria dos outros não é normal, aí tem! Tudo parece falso e forçado. Tudo remete artificialidade. Pra que sorrir se não quer sorrir. Quando se está triste a dificuldade é fingir que está tudo bem, e a felicidade dos outros fere, machuca. Dói de ver um sorriso bonito que não é o nosso.

quinta-feira, 24 de março de 2011

Como ser mãe?

"O amor de mãe por seu filho é diferente de qualquer outra coisa no mundo. Ele não obedece lei ou piedade, ele ousa todas as coisas e extermina sem remorso tudo o que ficar em seu caminho".
- Agatha Christie.

Como se aprende a ser mãe? Eu cresci com você. E só nós sabemos as aventuras que começavam depois do almoço e terminavam à noite, com discussões que acabavam, em segundos, em gargalhadas. Havia sorrisos, havia diversão, havia infância. Tudo era tão fácil, as preocupações eram banais: "o que vai acontecer se mamãe descobrir que eu quebrei o prato?". Fomos daquelas crianças que não tinham medo de subir em árvores, daquelas bem corajosas que enfrentavam garotos, e caiam no chão. Criança que é criança brinca na rua, vai pra casa com joelho coberto de sangue com a roupa abarrotada e encardida, leva bronca por se sujar tanto. A gente foi criança e como foi. Ser criança é bom, é eterno.
Na adolescência as coisas são irracionais, insanas e quanto mais insanas melhores. Pensamentos loucos ações por impulso. Mas não existe manual de como ser mãe. Você é jovem, e mesmo que seja, tem que ser adulta. As pessoas falam: - Ela perdeu a adolescência, perdeu as festas, perdeu a galera. Não vou mentir, você perdeu. E quem perde uma fase da vida, só pode ganhar algo de muito bom em troca. Você ganhou responsabilidade, você descobriu um amor tão imenso dentro de você, você encontrou um lado seu tão guardado e escondido. Você vai ganhar fraudas sujas, choro no meio da noite que te darão olheiras imensas, você ganhou um presente sem devolução que vai crescendo de verdade, que chora de verdade, e precisa de você; de verdade. Você perdeu a fase na insolência, da irresponsabilidade e inconsequência. Mas ganhou o rótulo de mãe: que não é profissão, não é desencargo, não é merecimento. É dádiva. Mãe que é mãe, só sabe ser mãe; quando é mãe.

Texto escrito exclusivamente para Daiane Góss.


quarta-feira, 23 de março de 2011

Capítulo três

Era sonhadora, sabia. Meio que por coragem, meio que por covardia, tinha medo de escuro mas não tinha medo da morte. Tinha um sorriso torto que vez por outra trocava de ângulo, dando - sem querer - um charme para um rosto redondo e inchado. Havia um coração de criança, daqueles bem bobos que abrem e fecham em qualquer ocasião. Sem exigência aos que entram, e tristeza aos que saem. Mesmo que não fosse, era jovem. Distribuía sorrisos à desconhecidos, piscava os olhos com graça. Tinha um cabelo ondulado com movimento variante. Andava feito boba: passos largos, desequilibrada, apressada. Perfil de quem, pouco se importa aos olhos alheios. Já os seus eram grandes, brilhosos; sinceros. Era bonita, insisto. Mas além de tudo e principalmente era boa. Boa porque dava de comer aos cães, porque cuidava do irmão mais novo. Boa porque não fazia mal à ninguém, porque sorria feito tonta e fazia muitos sorrir.

terça-feira, 22 de março de 2011

E assim fez

E ela notou assim, meio que sem querer de quem não quer ver. Que aquele cabelo farfalhado não tinha o mesmo balanço. E que vez por outra aquele sorriso ainda lhe causava algo, que mais não fosse como antes ainda dava tontura. Sorriso que em outra ocasião lhe deixava vermelha, tímida e boba. Fez de conta que tudo era normal, que tudo era como antes. Até perceber, quase de ultima hora, que um amor só começa quando outro acaba.

segunda-feira, 21 de março de 2011

Capítulo dois

Olharam - se para sempre. Uníssono:

- Eu te amo.

Sorrisos. Era amor.

Capítulo um (once more)

A janela estava entreaberta, o gélido ar invadia o cômodo, balançava as cortinas num movimento uniforme: de um lado para outro. Apesar de ser noite, o imenso azul escuro do céu não impedia a luminosidade das estrelas. Mas não eram as estrelas que chamavam a atenção. Uma bola redonda e enorme brilhava lá no alto, dando a sensação de ser observado o todo tempo. Era lua cheia, uma noite agradável. A garota observava a circunferência enorme, o vento rebatia em seu rosto um ar gelado e refrescante, fazendo seus cabelos balançarem levemente. Contudo, não era a lua nem as estrelas que a faziam sonhar… Ela gostava mesmo dele. Pensava nele com frequencia. Nas horas vagas e, vez ou outra, via - se distraída meio que sem querer, meio que por querer. Havia um sorriso, havia amor.

sexta-feira, 18 de março de 2011

Limitação

Difícil escrever o que sinto, as palavras tem um poder incrível. Poder de descrição, poder de emoção. Sinto o que sinto, e sinto muito.

Negócios

Me dá o seu sorriso? Ou então vende ou troca, sei lá. Eu preciso dele. Pode me vender, mas por favor venda barato vou querer mais que um, faça uma promoção: leve quatro pague três. Posso pagar com beijos e abraços. Vamos trocar então! Troco um sorriso por palavras singelas e um carinho zeloso. Troco seu sorriso por meu amor que é imenso e caloroso. Eu necessito do seu sorriso, não exijo gargalhadas, um sorriso basta, um sorriso simples e sincero, o seu sorriso. Mas saiba se me der seu sorriso leva de brinde o meu.

Meu amor é só meu

Não se pode definir o amor dos outros. Nem o próprio amor se pode definir. É até pecado limitar o amor em palavras, em clichês. O amor não se descreve, o amor se sente, com o corpo, com a alma. Um beijo com sentimento toca o coração. Amor é pele, é carinho, contato. Amor são dois, e se for só um não é amor. Amor é estar junto mesmo estando longe. É lembrar do cheiro à noite, é sentir saudade. Amor é confiança, é compreensão, é abraço. Não existe amor incompleto, amor é completo por si só. O amor é o bastante, e sempre bastará.

terça-feira, 15 de março de 2011

Instante

Olharam - se para sempre. Palavras:

- Eu amo você.

- Eu sei, eu amo você também.

- Eu sei.

Beijo e amor.