terça-feira, 13 de setembro de 2011

Ainda

Ainda escuto sua voz, no silêncio da noite: ziguezagueando entre o vento frio e o ar quente, entre a saudade e o desejo.
Ainda vejo seu sorriso quando fecho os olhos e seus lábios comprimidos como se não soubesse sorrir, tolo.
Ainda espero um ultimo abraço na esquina, um abraço de "até amanhã".

vou te esquecer logo, assim que puder, me permitir.

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