Eu não te quero mais, de tanto te querer. Já fui sua tola, ainda sou, mas não venha de volta. Você é assim: traz seus sorrisos mais lindos, e suas palavras mais doces, me entorpece e vai embora. Tua ausência é singular, tua ausência se dá perto de ti. Longe é só saudade, não me traga seu querer fajuto, nem sua voz macia. Porque eu fraquejo.
Fraquejo num simples encontro de olhar, olhar o qual me faz tremer de tanto querer (você). Fraquejo quando me pego pensando em você, pensamentos que me levam a loucura, e que loucura!
Fraquejo na nossa música, aquela que foi feita pra nós.
Fraquejo nos nossos detalhes, uma palavra involuntária, um gesto nobre.
Fraquejo por pouco, doce (agridoce) amor.
Então não volte, pois esse fraquejo me deixa exausta e perdida. Me perco na mais profunda solidão, no mais absoluto silêncio, no mais bonito amor (que tive). Não volte porque eu digo sim, você sabe. Sabemos. Não volte com promessas tolas, e sonhos impossíveis. Não destrua minha, pouca e insensata, força que demorei a construir. Vá embora, não volte. Mas volte (pra mim).
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