Quantas palavras cabem num silêncio? Te perguntaria isso de ouvidos atentos. Não sei se é essa minha cabeça meio confusa que me faz querer te perder todo dia. Por medo de te perder de verdade. Veja bem, você já brincou tanto de ir e voltar que eu nem sei se você realmente está aqui. No final das contas eu sou uma cadeira velha. Disposta sobre uma sala fria e vazia. E você volta sempre volta. A cadeira sempre foi sua, você sabe. Mas cuide - a bem, porque ela também chora. Trate - a com cuidado porque ela também cansa.
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