Escrevo sem razão quando tenho vontade, e mesmo sem vontade também escrevo. Escrevo porque a vida passa e as lembranças permanecem. Escrevo porque tenho fome de compreensão. Os sonhos parecem tão distantes quando estão perto. O mundo é tão bonito, mas tão imprevisível. Tenho o costume de oscilar, entre o certo e o errado, o sensato e o estúpido. Com medo de errar, medo de não tentar. Tudo parece inalcansável, mas perto demais.
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